Violência Doméstica, por Sandra Furtado

Nesta semana, centramos a nossa atenção no tema da violência doméstica. Durante os próximos cinco dias iremos abordar os diversos aspectos desta temática.

Hoje o espaço é dedicado aos sinais de alerta:

Sinais de alerta

Quando são analisadas as situações de violência doméstica, é muito frequente encontrarmos alguns pontos comuns. Esteja atenta/o aos sinais de alerta.

Quando me maltratam.

Quando me impedem de ser eu própria/o.

Quando me impedem que eu me coloque em primeiro lugar.

Quando não me sinto segura/o.

Quando não me tratam com respeito.

Quando me exigem que eu seja perfeita/o em tudo.

Quando me impedem de mostrar revolta e protestar quando sou tratada/o injustamente ou maltratada/o.

Quando me negam a minha privacidade.

Quando não têm em consideração a minha opinião ou quando me impedem de expressá-la.

Quando me dizem que eu não posso ganhar ou controlar o meu próprio dinheiro.

Quando me impedem de participar nas decisões que me dizem respeito.

Quando me sinto proibida de dizer “NÃO”.

Quando me fazem sentir responsável pelos problemas dos outros.

Não esqueça que você tem o direito de controlar a sua vida e de a mudar se não estiver satisfeita/o com ela.

Peça ajuda.

Como pedir ajuda?

– Procure apoio psicológico. Estando emocionalmente mais fortalecida/o, estará mais capaz dizer não a uma vida sem violência e obter ferramentas que lhe permitam lidar com os problemas que surgem no dia-a-dia.

– Apresente queixa. Denuncie quem maltrata. A apresentação de queixa confere à vítima um conjunto de direitos.

– Procure uma instituição de apoio a vítimas.

[Sandra Furtado é Socióloga e colabora no Consultório PlenaMente em consultas de Orientação Ocupacional. Para mais informações clique aqui.]

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